10 dicas para enfrentar o fim de um relacionamento amoroso

Enfrentar o fim de um relacionamento amoroso não é nada fácil, em muitos casos, o fim de um relacionamento gera traumas emocionais e diversos conflitos internos, além de deixar os sentimentos à flor da pele e, muitas vezes, sem  nenhum controle. Siga essas dicas de um psicólogo especialista no assunto, que nos conta como fazer para que esta experiência seja uma oportunidade de reinvenção.

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“Há que eliminar a ideia de que a ruptura não vai ser traumática, pois, de alguma forma, gerar algum tipo de impacto emocional”, disse à Fuchsia.co, José Alonso Rocha, sicólogo e coach em estratégias de sedução e relacionamento. Além disso, não se culpar, não ter medo do futuro e abrir-se para o novo são dicas essenciais para superar esta fase costuma ser bem difícil.

 

1. Deve-se entender que uma separação é um duelo e deve-se assumir como tal. De fato, Rocha afirma que uma ruptura afetiva é muito pior do que um duelo de morte. Por esta razão, é necessário que se trate dessa forma.

 

2.Ter muito claras as razões pelas quais se termina a relação. A sinceridade de ambas as partes é essencial para que no final fique tudo muito claro. Penha conta que quando um relacionamento termina, é porque as coisas iam mal, desde antes, para que, em muito poucos casos, a decisão não é súbita. “Os argumentos devem ser válidos, claros e determinados”, conta o especialista.

3.Não tentar ser amigo da ex-cônjuge. É um dos erros que mais se cometem nesta fase. O psicólogo não recomenda a tentar estabelecer qualquer tipo de vínculo, pelo menos, durante os três meses seguintes a terminar, ou seja, aplicar a lei do zero contato, com o fim de evitar mal-entendidos e conflitos a longo prazo. Além disso, a família e os amigos em comum não devem ser fontes de informação para nenhum dos dois, pois com isso só conseguem que esse ciclo demore mais tempo para fechar.

 

4.”Antes de terminar, você deve avaliar se foram esgotadas todas as possibilidades de ambas as partes”, diz. Quando um casal experimenta uma crise, ao ponto de garantir que não há mais nada que se possa fazer para que a relação continue, ambos devem analisar os pró e contra a situação. Se, definitivamente, um dos dois decide que não há solução; o outro deve aceitar sua decisão e se aposentar com dignidade, por mais que doa. Se você acredita que existem possibilidades de volta, poderá ser através de um diálogo sincero. Você pode utilizar as técnicas do Livro Guia da Reconquista Perfeita Pdf para tentar reatar essa relação, ao invés de terminar de vez.

 

5.Ter claro que a decisão que se toma é a melhor para ambos. Antes de dar por terminada a relação, é importante, além de ser completamente seguro, examinar as consequências que trará a separação.

 

6.O respeito acima de tudo. É vital que os temas de conversa são dadas com o maior tato e respeito possíveis. A recomendação é não calar os aspectos que não nos agradam do casal, até o ponto de explodir e lhes falar de uma forma mordaz. Nestes casos, há que recorrer a serenidade, para que a conversa não saia de controle.

 

7.”Ninguém é responsável pela reação do outro”. Em relações destrutivas, já ouvi frases como: “se você me deixar eu me mato” é muito comum. No entanto, a forma em que a outra pessoa enfrenta a perda não está sujeita à sua ex-cônjuge, por isso que você deve ignorar esses tipos de manipulação e não sentir culpa.

 

8. Cuide de você. Por mais que uma ruptura afetiva tenha te pegado de surpresa, não se esqueça do fator mais importante na sua vida: sua saúde, seu bem-estar, sua felicidade. Você provavelmente vai ficar triste, mas não se deixe abalar tanto de maneira a deixar de lado os cuidados com você mesma… Faça, por exemplo, alguma atividade física que te dê prazer, reencontre velhos amigos, se divirta em família, continue se dedicando ao trabalho,alimente-se bem… Enfim, cuide-se!

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9. E os presentes? A regra de ouro é nunca devolver os presentes que você recebeu durante o tempo que durou a relação, pois é um ato psicologicamente muito agressivo. A dica é guardá-los, doá-los ou usá-los, mas não escolher essa opção, sem antes ter eliminado a carga emocional dos objetos.

 

10.Um prego não tira a outro prego. Após o fim de um relacionamento, é pouco saudável começar uma nova relação, por qualquer das partes envolvidas. Deve-se viver o luto por si mesmo e isso não implica carregar a outro a dor ou a nostalgia da perda, para evitar assumir um novo romance.

 

“Você tem que entender que quando um relacionamento acaba, mais do que um fracasso é um sucesso”. Rocha afirma que uma ruptura afetiva é uma oportunidade para se reinventar e para preocupar-se por si mesmo, além disso, para entender que a felicidade própria não deve ser deixada nas mãos de outra pessoa.

 

No amor você tem que aprender a perder. Se não se amam, não há que insistir, nem oração, nem tentar convencer o outro ou a outra. Quando não se é correspondido, o melhor é matar toda a esperança, porque a expectativa pode fazer com que um se ater às relações tóxicas por anos esperando o milagre da ressurreição de amor que nunca chega”, diz o psicólogo Walter Riso.

 

 

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